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"Eu sabia bem o que era sonhar. Em tempos,
vira estrelas cadentes no céu, interpretara musicais
sobre searas (...) e até chegara a adormecer acreditando
no mito do poder dos carvalhos. Sonhos eram sonhos e os meus
tinham, talvez, de ser renovados."
Extraído do capítulo “Um desvio para o azul” |